A Sociedade dos Subestimados
É preciso
não esquecer
Não
subestimar
Diante da
Arrogância do poder
A Força dos
que se Levantam
Daqueles que
querem ser
Impedidos de
ser
Em silêncio,
se faz aumentar
De cima do
Pedestal
Não se vê o
sofrimento
Causado não
por forças naturais
Mas pela
organização dos homens
Pela falta
de conhecimento
Pelos
interesses dos Ignorantes
Pela
Politicagem dos Arrogantes
Dominantes
de cargos
Que aqueles
que sofrem
Elegeram
Cegos pela
prepotência
Não
perceberam
Que os
pedestais estavam sendo cortados
Os absurdos
denunciados
E aos
poucos, “como que num gesto articulado”
Desconstruídas
as ditas verdades
Dos que
chamamos Guardiões do Atraso
Era tarde
quando notaram
Caídos,
sentados, ainda em guarda
Munidos pelo
cinismo anunciado
Do auge de
sua Imponente estada
Surgiu,
visivelmente notado
O desespero
por se perder os privilégios
Dos acordos
inescrupulosos firmados
Ou muda-se a
postura, os interesses, abre-se para o diálogo
Ou mudamos
os postados
Num processo
que só foi iniciado
E que será
sempre subestimado
Pelos que
crêem estarmos fadados
A viver
eternamente encabrestados
Um salve à
união dos conscientes
Tiago Mi